Crítica do filme As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne | Tintim quer conquistar uma nova geração

Tintim é um personagem que tem fama de longa data. O rapaz belga começou suas aventuras nos quadrinhos, mas futuramente ganhou animações para televisão. O repórter conquistou gerações com os mistérios impossíveis que desvendava. E, entre tantos que se encantaram com Tintim, um homem em específico poderia fazer a carreira do personagem decolar.

Demorou muito para que Spielberg trabalhasse numa adaptação do repórter, mas, com a ajuda de Peter Jackson e de três roteiristas bem conceituados, Steven finalmente mostrou a visão que tem de Tintim. Claro, não poderíamos esperar pouco desse cineasta, mas eu, ao menos, não esperava que o filme agradasse tanto.

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"As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne" supera expectativas. A primeira coisa que chama a atenção é o estilo de animação baseado na captura de movimentos, o qual está cada vez mais comum e que aqui teve muito capricho. Nesse quesito, inclusive, vemos que o longa-metragem não ganha destaque apenas pelo método, mas muito mais pelo estilo único de desenho que deixa os personagens muito reais e ainda parecidos com os das HQs.

O ritmo do filme é acelerado e vemos Tintim sair de uma cena de ação e logo em seguida entrar em outra. Isso deixa a animação muito boa, mas também um pouco cansativa, pois não há muito tempo de ver qual a linha de pensamento do repórter. E, aqui, vemos uma coisa que é um bocado desnecessária: momentos diversos em que o personagem investigador fica falando claramente quais ações vai tomar e os motivos que o levam a fazer isso.

Claro, parte desse racíocinio de gênio é coisa do próprio personagem, mas talvez o uso em excesso incomode um pouco. Outra coisa que pode impressionar é a incrível atividade do cãozinho Milu, bichinho que muitas vezes pensa mais rápido do que o próprio Tintim, o que de certa forma é muito engraçado, afinal, temos aqui uma espécie de Sherlock Holmes vira-lata.

Para completar, vemos uma série de ações impossíveis e perfeitas. Contudo, isso, de maneira alguma, é um problema, mas é o que faz de As Aventuras de Tintim ser um filme tão divertido e surpreendente. No fim, o espectador acaba notando que o longa mais parece um jogo, do que uma aventura dos livros de Tintim. Essa característica parece ter sido proposital, ainda mais que essa animação nasceu numa época em que o público está acostumado com games.

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Quanto à trilha sonora, penso comigo “Como criticar John Williams, um músico que cada vez supera as expectativas e faz trabalhos ainda mais belos?”. Simples, não há do que reclamar, pois as faixas se encaixam perfeitamente com as cenas e dão um toque de suspense e genialidade ao longa. E se você não prestou muita atenção neste quesito, recomendo que escute alguns trechos das músicas no site da Amazon, basta clicar neste link.

Spielberg faz bonito novamente, superando minhas expectativas, encantando novas crianças e revivendo um personagem que estava esquecido para muitos adultos. Se você está pensando em ver uma animação e ainda tem dúvida se As Aventuras de Tintim vale a pena, então, pare de pensar e vá ver logo! Recomendo para todos, mas principalmente para crianças, afinal, em um tempo que Ben 10 impera, nada melhor do que Tintim para despertar uma paixão diferente.

Crítica do filme Sherlock Holmes - O Jogo de Sombras | Cada vez mais herói

Confesso que quando vi o primeiro filme de Sherlock Holmes com Robert Dawney Jr., fiquei muito decepcionado com a mudança completa do personagem. O detetive mais famoso de todos os tempos tinha virado um herói, que dava socos para todos os lados e, só depois, aos poucos parava em um momento ou outro para pensar em investigar o caso em que deveria trabalhar.

Quando anunciaram "Sherlock Holmes - O Jogo de Sombras", pensei que outra bomba estava prestes a chegar aos cinemas. Me enganei. O novo filme tem muitas ligações com o estilo introduzido no primeiro, mas ele consegue corrigir erros e se sair muito melhor que o anterior — não que seja o ideal para o personagem que vemos nos livros.

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Em Sherlock Holmes - O Jogo de Sombras, vemos o detetive correndo atrás do famoso Professor Moriarty, contudo, logo no começo do filme vemos um grande erro: o caso já está resolvido! Holmes já ligou todos os pontos e pouco se explica sobre o que ele vai fazer a seguir.

Não que os pontos não sejam conectados, mas ficou um bocado esquisito montar a história de forma inversa. Aliás, aqui vale uma crítica geral ao filme, pois todo o mistério que é colocado nos livros de Sir Arthur Conan Doyle, fica deixado de lado no filme, sendo que pouco se vê de investigação, reconstrução de fatos e material palpável sobre o caso (repetindo a receita do filme antecessor).

Depois de algum tempo, fica claro que Moriarty deseja começar uma guerra forçada, visto que ele tem como objetivo adquirir as principais fábricas de armas e, assim, seria o principal fornecedor de munição para todas as nações (ou seja, o cara só quer ser um grande capitalista). Aos poucos, vamos vendo que o detetive e seu companheiro visitam diversos países, algo que é muito positivo, visto que muitos cenários são utilizados e deixam o filme bem diversificado.

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Algo que motivou os roteiristas a retirarem essa investigação é justamente a nova roupagem de Holmes. Optaram por focar em detalhes no casamento do Dr. Watson (Jude Law) e deixaram de mostrar coisas importantes. O casamento, por sinal, serve justamente para fazer um drama, mostrando que o detetive é descompromissado e que necessita do parceiro no relacionamento.

Desde as primeiras cenas, vemos muitas sequências repletas de ação, recheadas de efeitos especiais, abusando aos montes do famoso slow motion. Apesar desse excesso, o filme não chega a ficar enjoativo, ou melhor, o público parece pedir por mais, justamente porque Guy Ritchie conseguiu construir excelentes cenas unindo a trama e as câmeras bem posicionadas.

Duas situações me chamaram a atenção: a cena do trem e a cena na floresta. A sequência na locomotiva é fantástica, mostrando que Sherlock Holmes pode sim ter muita ação nas horas devidas. E a cena da floresta impressiona muito pela minuciosidade de detalhes. Com câmeras Phanton, Ritchie conseguiu construir belíssimas sequências que empolgam os espectadores.

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Para acompanhar toda a ação, movida com detalhes revelados aos poucos, nada melhor do que uma trilha produzida por ninguém menos que Hans Zimmer. Nesse ponto, o filme é simplesmente impecável. Nota-se claramente o cuidado que o compositor tem em criar músicas especiais para cada sequência e tentar manter sempre o clima de suspense.

Nessa jornada de Holmes, vemos que além de Watson, ele conta com a ajuda da cigana Simza. Essa de certa forma dá suporte no geral, porém, senti que ela ficou muito deslocada, visto que as poucas expressões e a participação dela deixam a desejar.

Enfim, "Sherlock Holmes - O Jogo de Sombras" é um filme muito bom e, mesmo que ainda desagrade (os fãs do personagem clássico) por insistir num detetive heróico, ele conseguiu superar o anterior.

Crítica do filme Cavalo de Guerra | A história do cavalo Joey fará você chorar!

Não sei se você notou, mas Steven Spielberg estava há algum tempo sem dirigir um longa-metragem. O último trabalho do cineasta foi Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, filme que não teve muita originalidade, mas que foi bem aceito. Agora, três anos depois, Spielberg retorna sua carreira com tudo, lançando dois filmes quase que simultaneamente.

As Aventuras de Tintim e Cavalo de Guerra são os novos títulos que estream neste mês nos cinemas de todo Brasil. Esse último chegou às salas na última sexta e posso dizer com toda certeza que é um filme que honra a carreira do diretor. Cavalo de Guerra não tem nada de sensacional quanto à história, porém, é um longa que faz qualquer um chorar.

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Cavalo de Guerra conta a história da dura separação entre o cavalo Joey e seu dono Albert Narracott. Os dois tiveram a relação cortada por conta do início da guerra, época em que um oficial comprou o cavalo dos Narracot - a família Narracot estava passando por dificuldades financeiras, o que forçou o pai de Albert a vender o equino.

A partir desse momento, a história foca no cavalo Joey passando pela guerra, mudando de dono a todo instante e sofrendo muito para aguentar todo o fardo que lhe entregam. Aliás, uma das coisas mais tristes, e talvez apelativas, do filme é justamente ver o cavalo sofrendo para aguentar as tarefas pesadas.

Mas aqui há uma dualidade de emoções, pois ao mesmo tempo em que vemos Joey encurralado em determinadas situações, percebemos que Spielberg permite ao público relaxar com belíssimas cenas em que o equino é bem tratado. Claro, essas últimas são minoria, porque o filme é um drama, em que a angústia e a tristeza devem cativar mais a plateia.

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Os belos e coloridos cenários, no início da película e posteriormente na França, passam a sensação de que Spielberg quis retratar um mundo perfeito, algo mais próximo do que vemos nas animações da Disney. Contudo, vemos também a preocupação do diretor em retratar muito bem o ambiente da guerra, deixando o filme com um tom forte de angústia.

Para contracenar com as belíssimas imagens, o filme traz uma trilha sonora emocionante, tudo para levar o público a derramar rios de lágrimas. As músicas são muito parecidas, mas não dão a sensação de que os sons estão se repetindo, exceto pelo tema principal que é tocado mais de uma vez.

Enfim, Cavalo de Guerra mexeu muito comigo e emociona a maioria dos espectadores. O filme não é a maior obra prima de Spielberg, mas ao menos é um longa que consegue cativar toda a família com uma história simples e belíssimas cenas. Recomendo o filme para todos que gostam de dramas ou para quem deseja ver um filme de guerra de um aspecto diferente.

Crítica do filme Gigantes de Aço | Robôs mais convincentes que humanos

A história de "Gigantes de Aço" se passa num futuro próximo, repleto de robôs lutadores, consoles de próxima geração (aparece até propaganda do Xbox 720) e máquinas mais avançadas. Apesar de ser notável a ambientação futurista, o filme não ousa apelar para veículos voadores ou tecnologias mirabolantes – ponto positivo para o diretor e o roteirista.

Nesse futuro não muito distante, vemos Wolverine Hugh Jackman no papel do pugilista decadente Charlie Kenton. O lutador viu sua carreira acabada quando robôs assumiram o esporte que ele praticava. Mas, para não abandonar sua vida, Charlie acaba se tornando um promotor de lutas, conseguindo robôs para lutar em campeonatos falidos.

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Não bastasse as condições em que vive, Charlie é atormentado por seu passado, o que inclui problemas com outros pugilistas e o reencontro com o filho, Max (interpretado por Dakota Goyo), que abandonou há anos. Apesar de relutante, o ex-lutador acaba ficando com o filho e montando uma equipe para arrasar nas batalhas de robôs.

No começo, eles usam um robô de alto valor, adquirido com uma grana que Charlie obteve ao negociar a custódia do filho com a tia de Max. Sem sucesso logo no primeiro combate, os dois acabam indo para o lixo procurar um novo robô. Por um acaso do destino, Max encontra Atom, um robô de treino que porventura acaba sendo o grande destaque do filme.

Durante essa história bem simples e clichê, vemos diversos robôs de alta qualidade gráfica lutando e arrasando nos efeitos especiais. Nesse quesito, Gigantes de Aço impressiona e deixa o público de queixo caído. Atom, apesar de simples, impressiona com a capacidade de dançar e ser um robô capaz de aguentar muita porrada – característica notável em poucos minutos e que praticamente revela o que acontecerá no fim do filme.

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Ao fundo, notamos a preocupação em usar uma trilha sonora empolgante para dar ânimo ao filme. Nas faixas de áudio, há grande presença de Eminem, músicas eletrônicas e outros sons de rap. Aqui também vale um destaque, pois a sonoridade do filme ficou muito interessante, apesar de que algumas cenas deixam claro que o diretor quis transformar Max em Justin Bieber de 11 anos.

O problema do filme, no entanto, está nos humanos, que não conseguem acompanhar o ritmo futurista e ficam presos a idiotices. Charlie, por exemplo, é um cara babaca, todo machão e que adora fingir não dar bola para ninguém. Ou seja, ele é o personagem perfeito (leia manjado) para dar o clima de emoção quando o filme chega ao ponto em que tudo virou uma bagunça e o cara tem de ceder ao lado humano para demonstrar um pouco de amor.

Max agrada durante boa parte do filme, mas a ideia de fazer o garoto se parecer demais com Charlie fica muito forçada. Os demais personagens humanos também não ganham muito destaque, apesar de que Bailey (Evangeline Lilly de Lost) até consegue agradar um pouco – e não digo apenas porque ela é bonita e graciosa, mas porque sua atuação é razoável.

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Enfim, "Gigantes de Aço" pode não ser um filme fantástico, porém é muito bem feito, deixando pouco a desejar. Quanto aos robôs, o filme arrasa a trilogia porcaria dos Transformers, pois não exagera nos efeitos de explosões, mas consegue causar mais ansiedade e emoção durante as batalhas. Assim, se você está lendo essa crítica enquanto o filme está nos cinemas, recomendo que o veja nas telonas, pois vale muito a pena.

Crítica do filme O Ritual | Uma boa película de exorcismo

O gênero exorcismo ganha um ou outro título aleatoriamente. Parte deles não passa de mais do mesmo. Outros conseguem se destacar por pequenos detalhes ou por apelar por grandes atores – e "O Ritual" se encaixa nessas duas características.

O protagonista é Michael Kovak, interpretado pelo desconhecido Colin O'Donoghue, um rapaz que trabalhava numa funerária e que por pressão familiar decide seguir o caminho do celibato. A história avança quatro anos, mostrando a dúvida que o possível padre tem entre continuar como homem de Deus ou se tornar um homem qualquer com uma vida comum.

Logo, Kovak se vê em um curso de exorcismo, em que conhece Angeline (Alice Braga), jornalista que participa das aulas para tentar revelar um pouco mais sobre os misteriosos rituais. Depois de pouco tempo, Michael é indicado a partir para um curso especial com um padre chamado Lucas Trevant – ninguém menos que Anthony Hopkins.

Michael é um homem recheado de dúvidas, que vai duvidar ainda mais do exorcismo, de Deus e do diabo conforme vai presenciando os eventos junto ao padre Lucas. Aos poucos notamos que a O’Donoghue não tem experiência nem como padre, muito menos como ator. Claro, parte disso se deve a inexperiência do ator e parte a presença de outros grandes nomes na película — que se sobressaem constantemente e deixam Colin no chinelo. O ator, no entanto, não deixa transparecer amadorismo, mas com certeza não foi um grande acerto.

Quanto ao restante do corpo de elenco, não há como reclamar. Alice Braga, Hopkins, Rutger Hauer e outros ajudam o filme a se manter firme. Todos inseridos numa boa trama deixam o resultado ainda mais interessante, visto que os atores precisam apenas fazer o que sabem de melhor. Aliás, no que diz respeito à história (que é baseada em fatos reais), não há do que reclamar, pois ela não é parada e consegue provocar alguns sustos.

Um detalhe que diferencia O Ritual de outros do gênero é a caminhada no chão. O filme não apela para muitas cenas de cabeças girando, camas flutuando ou coisas do tipo. Muito pelo contrário, a história foca mais no diabo influenciando a mente do padre Kovak e de outros personagens.

Enfim, "O Ritual" consegue fugir de muitos clichês, aproveitando alguns elementos para provocar medo e se sustentando ao conseguir estabelecer um laço interessante entre a realidade (devido o “baseado em fatos reais”) e a ficção. Recomendado para todos que gostam de terror e que pretendem ver algo novo no “gênero exorcismo”.

Crítica do filme Sem Limites | A vantagem de ser muito inteligente

A história de "Sem Limites" foca num tema muito interessante: a possibilidade de usar 100% do cérebro. Só por explorar um assunto desejado por todos os humanos, o filme já ganha certa credibilidade. Claro, se o diretor não soubesse dar um foco apropriado à ideia, de nada adiantaria falar do melhor tema do mundo, mas não é o caso aqui, pois o diretor Neil Burger soube desenvolver uma boa história em cima do assunto.

Em Sem Limites, conhecemos Eddie Morra (Bradley Cooper), um escritor que está sem criatividade e perdido na vida. Ele tem uma última chance de salvar sua carreira, mas o desânimo parece ser maior. Tudo, no entanto, muda quando ele encontra o ex-cunhado, que oferece uma nova droga capaz de ativar o funcionamento completo do cérebro. O “traficante” dá a primeira pílula para Eddie experimentar, porém, logo avisa que cada uma custa 800 dólares.

Eddie hesita por um momento, mas depois de um tempo, vê que não tem nada a perder, ainda mais que está na pior e a droga pode ajudar a resolver parte dos problemas. Ao usar pela primeira vez, vemos uma mudança radical. O filme ganha mais contraste, cores vivas e vemos o escritor tornando-se um gênio (como a droga realmente prometia), produzindo boa parte de seu livro em poucas horas – esse efeito é repetido posteriormente e é um diferencial da película.

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Para quem gosta apenas de aproveitar o filme, nada de muito falho é apresentado. Todavia, quem prefere implicar com os mínimos detalhes, pode começar a ver alguns furos no roteiro logo após as primeiras vezes em que Eddie usa a droga. Não vem ao caso comentar o que exatamente existe de errado, até porque, para mim os pequenos detalhes não atrapalharam em nada o resultado final do filme.

Depois de alguns acontecimentos inusitados, Eddie acaba conseguindo a droga gratuitamente e em grande quantia. Contudo, ele não pensou (mesmo com o cérebro funcionando 100%) que a droga poderia trazer efeitos colaterais. Aos poucos, vemos excelentes sequências de imagens, em que Morra viaja por ruas infinitas, em alta velocidade – mostrando que a mente do rapaz está rodando a mil (tais cenas são usadas mais de uma vez e são bem legais).

A vida de Eddie muda cada vez mais de rumo e ele decide partir para o mercado de ações (atitude sábia, afinal, mesmo o ser humano mais inteligente do mundo buscaria mais dinheiro). Ele então conhece ninguém menos que Carl Van Loon (Robert De Niro), homem poderoso do ramo, que chama Morra para ajudar nos negócios.

A atuação de De Niro é bem limitada, mas não porque o ator não tenha capacidade, porém, porque o papel dele é pouco utilizado. Por outro lado, Bradley Cooper se supera, ainda mais que estamos acostumados com o Cooper de "Se Beber, Não Case". Outros personagens não são muito importantes na história, ainda mais que são apenas pequenos sujeitos que entram no enredo para tentar complicar (ou ajudar) a vida do escritor.

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Com trilha sonora muito bem produzida, Sem Limites ganha ainda mais destaque. Eu gostei muito da película, ainda mais que é o tipo do filme que entretém sem tentar desafiar a inteligência do público (não que isso seja sempre bom, mas nesse filme foi interessante manter um nível de raciocínio simples). De modo algum considero o longa como um cult (como alguns ousaram cogitar pela web), contudo, indico o filme a todos.